
Na minha já – cronologicamente – respeitável vida profissional, e não só, conheci muitos sócios. Os do Benfica, mais crentes que sócios, e os das empresas às quais fui dando algum contributo capitalista para além do meu contributo profissional. E, como em tudo na vida que envolve mais que uma pessoa, há coisas que correm bem, outras que correm mal.Entre estas empresas estão três tipo de empresa. Aquelas à qual fui voluntariamente associado ao capital por via do meu trabalho, aquelas em que comprei acções na esperança que o trabalho alheio as valorizasse mais o meu investimento que o banco e aquelas em fui obrigado a ter acções e que se chamam normalmente de “empresas públicas”. Continue reading »